Dr. João Marcos R. Mendes
Cirurgia Geral • Cirurgia Digestiva • Videolaparoscopia

Cirurgia da vesícula por videolaparoscopia

Tratamento definitivo para pedras e doenças da vesícula, realizado por técnica minimamente invasiva, com pequenas incisões e recuperação geralmente mais rápida.

Avaliação especializada Indicação definida de acordo com sintomas, exames e riscos.
Técnica minimamente invasiva Pequenas incisões, câmera e instrumentos delicados.
Estrutura hospitalar Procedimento realizado com equipe preparada e monitorização.
Pré e pós-operatório Orientação e acompanhamento em todas as etapas da cirurgia.

Dr. João Marcos R. Mendes

Gastroenterologista • Endoscopista Digestivo • Cirurgião Geral

CRM-SP 118870  |  CRM-RJ 52.77850-8
Informação clara

Entenda a cirurgia da vesícula

Neste vídeo, você poderá conhecer melhor a vesícula biliar, entender por que surgem os cálculos e descobrir como é realizado o tratamento cirúrgico.

Conhecer cada etapa ajuda a reduzir a ansiedade e permite que o paciente participe das decisões de maneira mais consciente e segura.

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O conteúdo tem finalidade informativa e não substitui uma consulta médica. A indicação da cirurgia depende da história clínica, dos sintomas e dos exames de cada paciente.
Guia visual

O caminho para uma vida sem dor

Veja, de maneira simples e visual, os sintomas mais comuns, o diagnóstico, a realização da cirurgia e as principais etapas da recuperação.

Guia visual sobre cirurgia da vesícula

Material educativo. Os tempos de internação e recuperação podem variar conforme o quadro clínico e a evolução de cada paciente.

Reconhecendo os sinais

Quais são os sintomas mais comuns?

Os cálculos podem permanecer silenciosos ou provocar crises. A avaliação médica é importante para relacionar os sintomas às alterações encontradas nos exames.

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Dor abdominal

Dor na parte superior ou no lado direito do abdome, frequentemente em forma de cólica.

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Dor após refeições

As crises podem aparecer principalmente após refeições mais volumosas ou ricas em gordura.

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Náuseas e vômitos

Algumas crises são acompanhadas de náuseas, vômitos, sensação de estufamento ou mal-estar.

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Sinais de complicação

Febre, icterícia ou dor intensa e persistente exigem avaliação médica, pois podem indicar complicações.

Dr. João Marcos Rezende Mendes e equipe cirúrgica
Experiência, estrutura e trabalho em equipe Atendimento cirúrgico realizado em ambiente hospitalar, com equipe preparada para acompanhar todas as etapas do procedimento.
Avaliação cirúrgica

Quando a cirurgia pode ser indicada?

A retirada da vesícula recebe o nome de colecistectomia. A decisão de operar deve considerar os sintomas, os exames, a presença de complicações e as características individuais de cada paciente.

Pedras na vesícula com sintomas Crises de dor abdominal, náuseas ou desconfortos associados aos cálculos biliares.
Inflamação da vesícula Casos de colecistite aguda ou episódios anteriores de inflamação da vesícula.
Complicações provocadas pelos cálculos Pancreatite biliar, migração de pedras para os canais biliares, icterícia ou infecção.
Pólipos ou outras alterações Determinadas alterações encontradas nos exames podem exigir acompanhamento ou tratamento cirúrgico.
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Nem toda pessoa com pedra na vesícula recebe a mesma indicação. A conduta deve considerar os sintomas, os exames e os riscos específicos de cada caso.
Colecistectomia videolaparoscópica

Como a cirurgia é realizada?

Na maioria dos casos, o procedimento é feito por videolaparoscopia, utilizando pequenas incisões, uma câmera e instrumentos cirúrgicos delicados.

1

Anestesia

A cirurgia é realizada em ambiente hospitalar, com anestesia geral e monitorização contínua.

2

Pequenas incisões

São feitas pequenas incisões no abdome para a introdução da câmera e dos instrumentos.

3

Retirada da vesícula

A vesícula é cuidadosamente separada das estruturas próximas e removida.

4

Recuperação

Após o procedimento, o paciente permanece em observação e recebe orientações individualizadas.

Técnica moderna

Benefícios da videolaparoscopia

Quando comparada à cirurgia aberta tradicional, a abordagem videolaparoscópica costuma proporcionar uma recuperação pós-operatória mais confortável.

Pequenas incisões

Cortes menores e cicatrizes geralmente mais discretas.

Menor desconforto

A técnica pode proporcionar menor dor no pós-operatório.

Menor internação

Muitos pacientes recebem alta no mesmo dia ou no dia seguinte.

Retorno gradual

As atividades leves geralmente são retomadas progressivamente.

Tratamento definitivo

A retirada da vesícula trata a origem das crises relacionadas a ela.

Depois da cirurgia

Como costuma ser a recuperação?

A recuperação varia conforme a condição clínica, a complexidade do procedimento e a atividade profissional de cada paciente.

Durante o acompanhamento, são fornecidas orientações sobre alimentação, cuidados com as incisões, medicamentos, atividades físicas e retorno ao trabalho.

1
Primeiras horas Observação, controle dos sintomas e início gradual da alimentação.
2
Alta hospitalar Em muitos casos, ocorre no mesmo dia ou em até 24 horas, conforme a evolução.
3
Atividades leves Podem ser retomadas gradualmente, respeitando as orientações médicas.
4
Retorno completo O tempo varia conforme o tipo de trabalho e a recuperação individual.
Dr. João Marcos Rezende Mendes
Atendimento especializado

Cuidado médico em todas as etapas

Sou o Dr. João Marcos R. Mendes, médico com atuação em Cirurgia Geral, Gastroenterologia e Endoscopia Digestiva.

Meu objetivo é avaliar cada caso de maneira completa, explicar claramente as alternativas de tratamento e acompanhar o paciente antes e depois do procedimento.

Cirurgia Geral Formação e atuação em cirurgia digestiva.
Gastroenterologia Membro Titular da FBG • TEG.
Endoscopia Digestiva Membro Titular da SOBED • TEED.
Registros profissionais CRM-SP 118870 • CRM-RJ 52.77850-8.
Perguntas frequentes

Tire suas principais dúvidas

As respostas abaixo são orientações gerais. Durante a consulta, cada dúvida é analisada conforme o seu caso.

Sim. A vesícula armazena a bile, mas não é responsável por produzi-la. Após a cirurgia, o fígado continua produzindo a bile, que passa diretamente para o intestino. A maioria dos pacientes mantém uma vida normal após o período de adaptação.
A duração varia conforme a anatomia, a presença de inflamação, cirurgias anteriores e a complexidade do caso. Uma estimativa individual pode ser discutida durante a avaliação pré-operatória.
Em procedimentos eletivos e sem intercorrências, muitos pacientes recebem alta no mesmo dia ou no dia seguinte. O tempo pode ser maior quando existem inflamações, complicações ou outras condições clínicas.
Isso depende do tipo de atividade profissional e da evolução pós-operatória. Trabalhos leves e atividades físicas intensas possuem tempos de retorno diferentes. A liberação deve ser individualizada.
Nos primeiros dias, pode ser recomendada uma alimentação mais leve e progressiva. A tolerância varia de uma pessoa para outra. As orientações específicas são fornecidas na alta e durante o acompanhamento.
Não necessariamente. A decisão considera sintomas, características dos cálculos, alterações da vesícula, riscos de complicações e condições clínicas do paciente. Por isso, a avaliação médica é fundamental.
A videolaparoscopia é feita por pequenas incisões. A aparência final das cicatrizes depende da cicatrização individual, dos cuidados pós-operatórios e de outros fatores próprios de cada paciente.
O primeiro passo é uma avaliação

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