Fome e saciedade
Sinais do organismo participam do apetite, da ingestão de alimentos e da sensação de saciedade.
Uma estratégia médica estruturada para compreender fome, saciedade, metabolismo, resposta ao tratamento e as diferentes fases da jornada de perda e manutenção de peso.
Programa médico individualizado. A indicação depende de avaliação clínica.
O peso corporal é influenciado por mecanismos biológicos, metabólicos e comportamentais. Por isso, muitas pessoas conseguem perder peso por algum tempo, mas encontram dificuldade para controlar a fome, sustentar a estratégia ou manter o resultado.
Sinais do organismo participam do apetite, da ingestão de alimentos e da sensação de saciedade.
Composição corporal, sono, atividade física, doenças, medicamentos e outros fatores também interferem na jornada.
Não basta iniciar a perda de peso. Acompanhamento, ajustes e consolidação fazem parte de uma estratégia de longo prazo.
O aparelho digestivo participa ativamente da comunicação com o cérebro. Hormônios e outros sinais ajudam a regular fome, saciedade, glicemia e metabolismo.

Você não precisa se encaixar em todas elas. A avaliação existe justamente para entender o seu contexto.
O índice de massa corporal é uma medida de triagem. Ele ajuda a contextualizar o peso, mas não substitui a avaliação médica nem representa sozinho a composição corporal ou o risco metabólico.


Eu e minha esposa também vivemos, ao longo dos anos, mudanças importantes no peso, na alimentação e no estilo de vida.
O projeto organiza avaliação, investigação, início terapêutico, ajustes e acompanhamento em uma sequência planejada.
História clínica, evolução do peso, sintomas, objetivos e tratamentos anteriores.
Revisão clínica, metabólica, digestiva e laboratorial conforme a necessidade.
Definição da estratégia e orientações para começar o tratamento.
Reavaliações conforme resposta, tolerância, sintomas e evolução.
Planejamento das fases seguintes com foco em estabilidade e manutenção.
O Projeto GastroMetabólico foi desenhado como uma jornada de acompanhamento médico estruturado.
Não existe uma fórmula única. A estratégia pode combinar diferentes recursos conforme o quadro clínico e a evolução de cada paciente.
Organização alimentar, atividade física, sono e construção de hábitos possíveis de manter.
Podem ser considerados quando houver indicação médica, com acompanhamento e ajustes individualizados.
Alternativa endoscópica, sem cortes, que pode ser avaliada em pacientes selecionados.
Saiba mais →Quando clinicamente indicada, a avaliação bariátrica/metabólica pode integrar a estratégia.
Medicamentos, procedimentos endoscópicos e cirurgias possuem indicações, contraindicações e possíveis efeitos adversos. A escolha depende de avaliação médica individualizada.
Você não precisa escolher a duração antes da consulta. A opção mais adequada é discutida após a avaliação inicial.
A quantidade prevista representa um limite máximo do protocolo e não significa que todas as ampolas serão necessariamente utilizadas. Medicamento, dose e duração são definidos individualmente.
Avaliação, início da estratégia, adaptação e primeiros ajustes.
Acompanhamento da resposta, ajustes finos e consolidação do processo.
Planejamento de longo prazo e prevenção do reganho dentro da estratégia individual.

O estômago, o intestino, o fígado e diferentes sinais hormonais participam da fome, da saciedade, da glicemia e do metabolismo. Por isso, a Gastroenterologia pode ter papel importante na avaliação do excesso de peso, especialmente quando existem sintomas digestivos, alterações metabólicas ou necessidade de avaliar medicamentos e tratamentos endoscópicos.
Gastroenterologista, Endoscopista Digestivo e Cirurgião Geral.
Informações gerais para você entender como funciona o acompanhamento antes da consulta inicial.
Não. É um acompanhamento médico estruturado, com avaliação inicial, estratégia individualizada, consultas programadas, acompanhamento da resposta e ajustes. A medicação pode fazer parte quando houver indicação médica.
Não. Dependendo do perfil do paciente, podem ser consideradas mudanças no estilo de vida, tratamento medicamentoso, estratégias endoscópicas, como o balão intragástrico, ou avaliação cirúrgica.
Quando o tratamento medicamentoso fizer parte da estratégia, os protocolos podem prever uma quantidade máxima: até 1 ampola no acompanhamento de 3 meses, até 2 no de 6 meses e até 4 no de 12 meses. A quantidade efetivamente utilizada depende da indicação, dose necessária, resposta clínica e tolerabilidade.
Quando houver indicação de tratamento injetável, a primeira aplicação pode ser realizada de forma supervisionada, com orientação para administração correta e segura quando a autoadministração for apropriada.
A principal diferença é o tempo de acompanhamento. O período de 3 meses contempla a fase inicial; o de 6 meses permite ampliar evolução e consolidação; e o de 12 meses acrescenta uma etapa prolongada de manutenção e prevenção do reganho.
Não. A consulta inicial existe justamente para avaliar histórico, objetivos, exames, composição corporal e condições associadas. A partir daí, médico e paciente discutem qual estratégia e duração fazem mais sentido.
Não. A quantidade prevista representa um limite máximo, e não uma obrigação de utilização. O tratamento é ajustado conforme resposta clínica, tolerabilidade e decisão médica.
Não. A proposta também contempla fome e saciedade, saúde metabólica, avaliação digestiva e estratégias de consolidação e manutenção. Nos acompanhamentos mais longos, a prevenção do reganho ganha maior importância.
Sim. O projeto também se destina a avaliar pessoas com dificuldade para perder peso ou manter resultados, buscando uma estratégia individualizada em vez de simplesmente repetir tentativas anteriores.
Não. A resposta varia entre os pacientes. O acompanhamento permite avaliar a evolução e realizar ajustes, mas não é possível garantir previamente uma quantidade específica de perda de peso.
Sim. Conforme IMC, histórico clínico, condições associadas, tratamentos anteriores e objetivos, outras estratégias podem ser discutidas quando clinicamente indicadas.
A etapa final inclui avaliação da evolução e planejamento da estratégia futura, incluindo consolidação, manutenção e próximos passos de acordo com a resposta e as necessidades de cada paciente.
O primeiro passo é compreender sua história, seus objetivos e sua saúde digestiva e metabólica. A partir daí, podemos discutir quais estratégias realmente fazem sentido para o seu caso.
Agendar consulta inicial →A primeira consulta do Projeto GastroMetabólico é presencial e particular. Consultas posteriores poderão eventualmente ser realizadas online, conforme avaliação médica.